sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Madonna dose dupla



Madonna arrasou em São Paulo. 50 anos e mandando ver. Tem quem não goste. Inveja, pura inveja.
Num Morumbi lotado, Madonna fez um show quase perfeito. Ela, em si, uma prova de que é possível vencer até o tempo.

As mulheres através da arte

video Tem coisas que só é possível fazer agora, com a computação gráfica. Este vídeo é um exemplo. Se a sua internet é lenta, vale a pena ter um pouco de paciência para baixar e assistir. O vídeo tem 6,80 MB. Infelizmente, não sei quem fez. Coisas da internet. Recebi de alguém que recebeu de alguém que...

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Uma mensagem de ano novo a todos


Clique sobre
a imagem
à esquerda
para ampliar.
O Quino e sua Mafalda
são sempre geniais.
Um grande
ano novo
para todos nós.
Ainda que as
utopias pareçam
( e sejam)
impossíveis.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Papai Noel e a Coca Cola

O filme da Coca Cola aí em cima é a versão completa do Beautiful Coca Cola Commercial. O filme já é antigo. Tem uma música natalina por trás e o resto é sonho.
O Papai Noel e a Coca Cola tem uma longa história em comum. Um e outro praticamente cresceram juntos. Para ter uma idéia da intimidade dos dois produtos, foi a Coca quem vestiu o bom velhinho de vermelho.
Um bom natal a todos e a todas.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Ok. Entendi o recado. Vou falar mais sobre marketing

Um anônimo aí embaixo deixou um recado. Pediu que eu fale mais sobre propaganda e marketing, e menos sobre política. Ele tem razão. Política se tornou um assunto chato e eu preciso encontrar uma outra abordagem para o tema. Mais leve. E ao mesmo tempo mais profunda. Difícil isso, mas juro que vou tentar.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O link que sumiu da seção O QUE DIZEM POR AÍ SOBRE


O link da matéria no Estadão que analisa a condução do Franklin Martins como timoneiro da comunicação do Lula é este aí. Basta clicar na palavra link.
A direita, enraivecida, não consegue entender o que está acontecendo. Para os demo-tucanos é inacreditável que a crise tenha se instalado no país e Lula tenha conseguido crescer em popularidade.
Verdade que estamos apenas no começo dos problemas. Esta crise é primeira do sistema capitalista no sentido sistêmico e internacional de fato. As anteriores, que levaram à primeira e segunda guerra mundial, foram crises do imperialismo. Ou então crises financeiras localizadas, como na década passada. Agora, ao que tudo indica, estamos diante da primeira crise de verdade...
Sabe Deus no que vai dar...

domingo, 21 de dezembro de 2008

O que faz um coordenador de comunicação

Toda grande empresa ou governo precisa ter o seu Franklin Martins. Na verdade, hoje em dia, mesmo políticos que tenham projeto de crescer na carreira ou empresas pequenas e médias que precisam cultivar sua própria imagem e marca, precisam de um bom coordenador de comunicação integrada. Um profissional que seja capaz de orientar o dia a dia da relação de comunicação a ser desenvolvida com os diversos públicos.
Franklin Martins assumiu a Secretaria de Comunicação do governo Lula depois da crise do mensalão. E a comunicação do governo melhorou muito (ver matéria na seção O QUE DIZEM POR AÍ SOBRE > COMUNICACÃO > FRANKLIN: O PODEROSO CONSELHEIRO). Ele defende que a relação com a imprensa tenha "características de atividade cotidiana, como escovar os dentes, amarrar os sapatos, tomar banho. São coisas que fazem parte da comunicação do governo com a sociedade". Nestes tempos em que novos prefeitos organizam governos e políticos tomam posse, este é um conselho que vale ouro. Basta ver o quanto Lula cresceu no último período.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Afinal, como funciona a cabeça do eleitor?


Terminei de ler hoje pela manhã o livro “A Cabeça do Eleitor“, de Alberto Carlos Almeida. Ao contrário do que o livro promete, Almeida não revela como pensa o eleitor brasileiro. Na verdade, o livro é uma aula sobre pesquisas eleitorais. E por isso vale a pena ler.
Você não deve concordar com boa parte das coisas que ele afirma - como, por exemplo, que os resultados eleitorais são quase sempre previsíveis. No universo do livro, isso até é uma verdade. As eleições são previsíveis a partir do momento em que as pesquisas permitem fazer a previsão... Mas esse raciocínio acaba por ser "conservador" e "fatalista". Tipo: "ganha quem tinha de ganhar e o marketing, a política etc são mistificações que não alteram a realidade dos fatos"....
De qualquer modo, o livro é bom. Para quem pensa em ser candidato ou atuar em campanhas, "A Cabeça do Eleitor" é leitura obrigatória.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Mudando de assunto

Já percebi. Este tema do marketing do Lula não está dando "ibope" neste blog. Prometo: amanhã mudo de assunto.

O marketing de Lula não pára


Estive muito ocupado este final de semana, fazendo planejamento estratégico de governos municipais. Os prefeitos mais antenados já descobriram que precisam trabalhar com uma assessoria permanente de marketing.... E trabalho é prioridade.
Uma conseqüência foi não conseguir atualizar o blog. Ontem mesmo saíram as novas pesquisas do Ibope e do CNT Sensus mostrando a ampliação ainda maior da aprovação do presidente. No caso, as pesquisas corroboraram as opiniões que este blog vinha manifestando. E anote aí: Parece impossível, mas o Lula vai crescer ainda mais.
Na verdade, tudo indica que estamos vivendo o início de uma época de renovação na política (e no marketing) brasileira. O combate de Lula contra a crise vai promover uma nova re-paginação da cena política no país. 2010 promete grandes mudanças. As raposas terão dificuldades para sobreviver.
O cenário de fundo é a crise do capitalismo. Sim. Estamos diante da primeira (e grande) crise do capitalismo neste século. Uma crise maior que a de 1929. Num quadro diferente do século passado. Hoje, um espirro na Casa Branca promove a devastação no Oriente Médio e um repórter atirando sapatos lava a alma do mundo... Este mundo globalizado, onde os problemas são internacionais mas as soluções são cada vez mais locais, está exigindo um novo tipo de político, um novo tipo de gestor.
Lula, com sua inteligência superior, tem se revelado professor de todos nós.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

O que tudo isso tem a ver com o marketing?


Um amigo leu as postagens anteriores sobre a capacidade do Lula e perguntou: "Paulo Cezar, muito bons teus textos, mas o que isso tem a ver com o marketing?" Eu respondi: "Tudo".
Primeiro porque a ampla maioria dos formadores de opinião acreditava que Lula era excelente fazendo o "marketing de oposição" mas iria quebrar a cara na situação. Segundo porque a atuação do presidente encerra uma lição fundamental de marketing. Quando ele é bem feito fora do poder, a tendência é melhorar ainda mais com o poder nas mãos.
Tem dúvida? Quando postei este último comentário ontem, não sabia da iniciativa de Lula reunindo os 30 maiores capitalistas do país para anunciar seu pacote anti-crise. Botou outra vez a oposição demo-tucana a nocaute. Isso é marketing de gestão, marketing de governo bem feito. É uma tarefa dez vezes mais difícil que o marketing de oposição ou eleitoral. E Lula está se revelando um mestre na área.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Porque Lula está refundando o Brasil III


Quer saber porque Lula é mais esperto que todo nós e merece o apoio que está tendo? Muito antes da eleições, quando a crise do capitalismo americano ainda era uma possibilidade, Lula chamou economistas de todos os naipes para conversar. Dos arqui-conservadores aos da esquerda radical. De comum, todos disseram duas coisas ao presidente: 1) A crise era coisa séria; 2) O preço dos alimentos iria subir no próximo período como conseqüência das dificuldades norte-americanas.
Sabem o que Lula fez com a massa de informação dos economistas? Decidiu tirar proveito da crise. Nós somos especialistas em produzir grãos. Se o preço dos alimentos vai subir no mercado internacional, o Brasil pode ganhar com isso. Dias depois, Lula estava anunciando a ampliação dos investimentos na agricultura em 5 bilhões de reais....

Porque Lula está refundando o Brasil II


Delfim Neto, com suas frases espirituosas, uma vez disse que Lula era a salvação do capitalismo no Brasil. De fato, a grande tarefa do governo Lula, num certo sentido, tem sido a de transformar a economia brasileira num capitalismo de massas. Sem Lula, o capitalismo no Brasil continuaria paralisado nos limites da Avenida Paulista. Agora, temos um país em que até o pipoqueiro e o vendedor de cachorro quente da esquina estão ganhando cidadania empresarial. Em que mais de 20 milhões de pessoas saíram das classes D e E e migraram para a classe C, tornando-se consumidores.
Parece pouco? Acredite, não é. Ou você tem dúvida de que, nesta crise do capitalismo mundial, com a turma demo-tucana nós já estaríamos falidos? Ou, na linguagem presidencial direta, nós já estaríamos "sifu"?

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Porque Lula está refundando o Brasil


Meu comentário de que Lula pode ter aprovação ainda maior que 70% gerou um comentário anti-comunista furioso de um anônimo e uma defesa da Junia. (Ver "Porque Lula cresce e pode crescer ainda mais"). No comentário, apresentei a capacidade de comunicação de Lula como uma das suas vantagens diante da oposição. Mas o presidente possui outras: Lula é mestre em crescer na adversidade e na crise. Faz parte da sua história de vida. Agora, a oposição demo-tucana e os jornalões torcem para que a crise abale o governo. Não perceberam que Lula faz tempo se posicionou como comandante do combate à crise e colocou no colo da oposição a (ir)responsabilidade da especulação e da quebradeira.
Aliás, é isso que explica em parte a histeria dos neoliberais tupininquins. Eles ficaram mais de uma década rezando a cartilha do discurso único e agora não têm onde se enfiar.
Em tempo: este blog não tem moderação - ou seja, os comentários entram direto, sem passar por qualquer tipo de edição ou censura. E a bandeira aí em cima é para lembrar que esta é a marca mais popular do planeta. E fustigar um pouco mais o "anônimo"...

O marketing permanente e os primeiros 100 dias


Ok. Você teve uma grande vitória em que a estratégia de marketing e o
trabalho persistente foram decisivos para construir o resultado. A campanha se revelou difícil e exigiu de todos mais do que dedicação e empenho, mas a verdadeira jornada começa agora.
Agora é que começarão a surgir as maiores dificuldades. Uma eleição é um momento de arregimentar forças para derrotar o adversário. Vencida esta etapa da guerra, é preciso organizar o mandato, estruturar o governo, distribuir os espaços, montar um projeto coerente com o que foi dito na campanha. Ao contrário do que muita gente pensa, o mais difícil do ponto de vista do marketing não é a eleição. O mais difícil é desenvolver o marketing da gestão, do mandato.
E nisto é preciso prestar atenção especial aos primeiros 100 dias de governo (ou mandato parlamentar). A transição e os primeiros 100 dias são o único momento de trégua que o governante possui. É um momento em que a vitória está fresca, o eleitor está em lua-de-mel com o seu eleito, existe uma curiosidade por saber o que vai mudar, qual vai ser a linha de conduta do prefeito e do governo e quem serão os escolhidos (o time, o secretariado) para estar junto ao Executivo.
Esse momento precisa ser aproveitado ao máximo para fixar a imagem do prefeito e do novo governo (mesmo quando reeleito). E o trabalho de marketing neste período é super importante. É ele que vai estabelecer o norte e a diferença entre "este é o prefeito que eu elegi" e "puts, este cara mal foi eleito e já não tá fazendo nada", na cabeça do eleitor.
No caso de um parlamentar, então, os primeiros 100 dias são decisivos. Ou o vereador consegue fixar uma imagem e uma marca logo de início ou ele simplesmente vai ser esquecido pelo eleitor. O momento do voto é o momento do "sim" no casamento. Os primeiros 100 dias são a lua de mel. Se o vereador não aparece neste período, ele morre na cabeça do eleitor. Mas ao contrário, se o vereador consegue projetar uma marca, fazer alguma coisa significativa em seus primeiros 100 dias, o mais provável é que ele fidelize o seu eleitor pelos quatro anos.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A FESTA : ÚLTIMA FOTO

A fotografia entrou em curto circuito. A fotógrafa foi embora às 22.30hs. Sai quando era 1 e meia da manhã e só os mais jovens ainda tinham energia para continuar.
Valeu pelos que vieram. Muito obrigado pelos que mandaram mensagens, telefonaram e, junto conosco, constróem hoje tudo o que é possível ser construído de bom.
Longa vida à Veraz. Longa amizade a todos nós.

A FESTA VIII

A fotografia também começou a ficar camba- leante num deter- minado momento.

A Festa VI

Lá pelas 9 horas da noite, os ânimos come- çaram a aumentar.

A festa V

O que atrapalhou um pouco foi sexta feira ter recaido no inverno.

A festa IV

A mesa grande foi ficando pequena.

A festa III

Eduardo Furaste, de branco, numa felicidade só por ser Campeão de Tudo.

A festa II

Festa da Veraz foi um sucesso

A festa da Veraz sexta feira começou cedo.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Porque Lula cresce e pode crescer ainda mais


Neste momento, a aprovação de Lula bate novo recorde. Segundo pesquisa do Datafolha publicada esta semana, 70% consideram o governo ótimo ou bom. Já o percentual de brasileiros que considera o governo regular caiu de 28%, em setembro, para 23%. A pesquisa também mostrou uma queda em relação aos que acham o governo ruim ou péssimo, oscilando de 8% para 7% no mesmo período. De zero a 10, a nota média atribuída ao governo Lula chegou a 7,6, contra 7 em setembro.
Agora, a aprovação de Lula acontece em todas as camadas sociais. Isso já havia aparecido no período das eleições, mas muitos acreditavam que fosse efeito dos investimentos governamentais. Não é. É bem provável, inclusive, que Lula cresça ainda mais.
A oposição demo-tucana visivelmente já torce para que a crise venha a fazer o que ela não consegue. Mas é bem provável que o resultado deste enfrentamento venha a ser um fortalecimento ainda maior do presidente.
Um exemplo: Esta oposição e toda a classe média reacionária do país achou "um horror" as declarações de Lula comparando a economia com um doente e dizendo que não podia, como médico, virar pro paciente e dizer: "Oh, meu! Você sifu!" O povo, no entanto, pra quem a crise sempre foi permanente, entendeu e aplaudiu.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

É hoje a festa da Veraz


A Veraz está caminhando para o seu décimo segundo aniversário e mais uma vez atualizando seu posicionamento para acompanhar a evolução do mercado. Como diz o convite bolado por nosso diretor de criação, Ben Hur Corvello, a Veraz é uma caixinha de surpresas.
A festa da Veraz já se tornou tradicional na cidade. Todo final de ano, a Veraz reúne sua equipe, clientes, fornecedores, parceiros e amigos para comemorar, numa happy hour, o seu solstício de verão.
Neste ano, a festa será no Boteco do Joaquim, na Joaquim Nabuco, 350, na Cidade Baixa. O Boteco do Joaquim foi recém inaugurado e é um sucesso total. Assim como a Veraz, que colecionou vitórias e cases de sucesso este ano. Passa lá você também pra tomar um chope com a gente e comemorar a chegada de mais um verão em Porto Alegre, quando o pessoal que mora na praia volta pra casa e deixa a cidade pra gente curtir.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

É preciso saber fazer boa propaganda

Não quis tratar disso até agora, mas sou obrigado. A publicidade e o marketing na greve do CPERS são reveladores. As palavras são de uma amiga minha. Ela disse: "Paulo Cezar, usar uma criança para atacar a governadora... isso não se faz! A primeira coisa que eu pensei é que a Yeda iria acionar o Conselho Tutelar contra o CPERS."
Sou obrigado a concordar. De fato, utilizar crianças em propaganda, principalmente propaganda de guerra (porque uma greve é sempre uma guerra), nunca parece correto. É um recurso que não pode ser usado amadorísticamente. Mesmo que fosse uma atriz adolescente conhecida, profissional, capaz de interpretar com emoção, não acredito que este recurso pudesse ser usado.
Do jeito que foi feita, a propaganda da greve só trouxe prejuízo. Foi um ataque mal feito, que trouxe falta de credibilidade ao movimento. E, sobretudo, de muito mau gosto.

Sineta na mão


Nos jornais de hoje os partidos de oposição ao governo do Estado anunciam a disposição de buscar reverter os efeitos mais negativos sobre os professores (interrupção da contagem do tempo para progredir na carreira, desconto dos dias parados etc) da recente derrota da greve da categoria. O governo Yeda, por antecipação, já dá o roteiro da nova disputa, agora no terreno judicial: pode perder em primeira instância, mas ganha em nível nacional, onde todas as decisões tem sido negativas para o funcionalismo.
A gravidade desta derrota é enorme. Parece que está caindo a ficha para os partidos da oposição, mas talvez seja tarde demais e muito insuficientes as medidas em curso. O resultado disso, em 2010, pode vir a ser a reeleição de Yeda ou pelo menos a de alguém alinhado com seu projeto. Note-se que até a semana passada a reeleição de Yeda era considerada inviável.
A derrota no terreno sindical (e social, porque a educação pública agora vai pro brejo de vez)se dá na sequência das derrotas em Porto Alegre, Caxias e Santa Maria onde os generais mais experientes da esquerda gaúcha travaram suas batalhas eleitorais e perderam. Derrota eleitoral, derrota sindical, derrota social e (não sei se acordei pessimista hoje), tudo indica, uma derrota política iminente.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Educação na ladeira do inferno


Não sei você, mas eu estou de luto. A educação no RS, um estado que ergueu-se baseado nela e na cultura do trabalho, está finalmente sendo derrotada. Este é o principal resultado do enfrentamento entre o CPERS e o governo Yeda.
Na minha opinião, o CPERS errou. Um dos principais fatores a ser monitorado no marketing é o ambiente externo. Quando o ambiente externo é adverso e o oponente mostra-se forte no território, é preciso ter paciência. E o CPERS não teve. Calculou mal. Interpretou mal. A campanha publicitária feita em torno ao evento foi a expressão desoladora disso.
O mais grave é que o CPERS nos últimos anos deixou a bandeira da defesa da educação sair de suas mãos. Subestimou o governo Yeda, que colocou Mariza Abreu na Secretaria de Educação exatamente para fazer o ajuste neoliberal no setor público derrotando os professores e tomar a bandeira da educação em suas mãos, nesta ordem. O primeiro passo foi dado. Agora, a educação desce a ladeira do inferno.