Marketing político eleitoral, comunicação, comunicação digital, consultoria política, de imagem, planejamento estratégico, pesquisas de opinião, propaganda, campanhas majoritárias e proporcionais.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Toyota não quebra?
O comercial é muito bom. Conhecia uma versão na língua inglesa. Essa parece ter sido adaptada. Mas permanece boa.
domingo, 21 de junho de 2009
Contrate uma Faxineira Ecológica formada
quinta-feira, 18 de junho de 2009
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Os limites da propaganda negativa

O PSDB colocou no ar sua campanha partidária. A campanha consegue ser mais agressiva contra o governo Lula do que foi a campanha dos Demos. Tentei achar o comercial no site do partido, mas não encontrei. É impressionante. Com esse posicionamento, quando Lula atinge 80% de aprovação, os tucanos vão descer a ladeira ainda mais.
Você deve ter visto. Pau no Lula e no PT o tempo inteiro. Perto dos tucanos, os demos ficaram angelicais.
Propaganda negativa é uma coisa muito perigosa. Pode facilmente voltar-se contra quem faz. Eu tinha entendido que os tucanos haviam deixado o trabalho sujo para os demos e iriam na positiva, construindo uma alternativa. Mas, não.
Enquanto a direita entra em desespero, eu preciso reconhecer algo que só me dei conta há uns 60 dias. A operação de marketing em torno a Dilma é muito boa. Arriscada também, mas muito boa. No começo, não gostei da plástica. Mas com a plástica, Dilma foi posicionada como mulher. E como mulher (até porque vinha a crise e o atraso nas obras do PAC etc) Dilma ficou parcialmente protegida. Depois disso, com o tema da luta contra o câncer, ficou inatacável.
Gol contra do ládo de lá. Gol a favor do lado de cá. Placar: 2x0.
terça-feira, 9 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Bah, Tarso, tu é o cara!

Num encontro de mobilização do PT no final de semana passado, José Eduardo Cardoso (PT-SP), que atualmente namora a deputada do PCdoB, Manuela, e por isso já está sendo considerado meio gaúcho, saiu-se com essa: "Bah, Tarso. Tu é o cara!"
A Folha de São Paulo (que não é meio nem 1% gaúcha) parece concordar com o deputado paulista. Pesquisa feita pelo seu instituto DataFolha identificou o ministro na liderança para o governo do Estado em todos os cenários. Para ver os principais números no site do DataFolha, clica aqui.
Os números são pesados para a candidatura de Germano Rigotto. O candidato peemedebista da Serra Gaúcha perde feio para Tarso Genro. Mas não são muito melhores para José Fogaça. O prefeito de Porto Alegre também perde para Tarso por uma margem que oscila entre 6 e 7% dos votos, dependendo do cenário. E, no caso, o mais importante é que num cenário repetido, a margem pró-Tarso ampliou-se de 3 para 6%, fugindo da margem de erro.
Nesta altura do jogo, intenção de voto é mais indicador de tendência do que qualquer coisa. O que vale é a menção espontânea. Entretanto, é aí que os candidatos do campo governista aparecem pior: 67% dos gaúchos não sabem dizer em quem vão votar para governador no ano que vem, mas o ex-governador Olívio Dutra, do PT, é citado por 6% e Tarso Genro é mencionado por 5%. Germano Rigotto e Yeda Crusius atingem 4%, cada, e José Fogaça obtém 3% de menções espontâneas.
Olívio não é candidato, e a tendência é haver uma forte transferência para o ministro Tarso quando ele resolver os problemas que enfrenta internamente no partido nos próximos meses. Já o campo dos candidatos governistas -Yeda, Fogaça e/ou Rigotto- tende a se manter em disputa e a se contaminar cada vez mais com o vírus da corrupção que grassa o governo gaúcho.
Na reunião do PT, o deputado Raul Pont pediu aos dirigentes nacionais presentes que dissessem ao presidente da sigla, Ricardo Berzoini, que a hipótese de aliança do PT com o PMDB no Rio Grande do Sul, em nome dos interesses nacionais, esbarrava em primeiro lugar no próprio PMDB. "Pedro Simon, afirmou o deputado, fez declarações públicas dizendo que o principal objetivo do seu partido em 2010 é impedir a vitória do PT no estado. Simon não quer uma saída para a crise, não quer o melhor para os gaúchos, nem para os brasileiros. Simon quer derrotar o PT. E nosso partido, em nível nacional, não pode fechar alianças entregando a alma do partido nos estados."
No jogo intrincado da sucessão em 2010, as apostas ainda estão nos seus primeiros estágios.
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