
As coisas não aconteceram bem como Lenin queria, mas a idéia de que teoria revolucionária e a prática revolucionária são duas dimensões que se relacionam dialeticamente é central para o marketing e, em particular, para o marketing político. Uma campanha nunca é igual a outra, um momento nunca repete o anterior, cada situação, cada cenário, pede uma solução específica, nova, para aquele problema.
Isso significa que o marketing é o lugar dos "achismos"? Não! O marketing exige alto conhecimento e especialização. Mas, ao mesmo tempo, precisa ele próprio ser renovado constantemente. Sem renovação teórica, o marketing perde a sua força. Vira receita de bolo, e leva a grandes derrotas.
Parafraseando Lenin, podemos dizer que "sem uma constante renovação teórica do marketing, não existe campanha vitoriosa". No Brasil em particular, onde a realidade é extremamente dinâmica, estar atento a isso é dever número um do bom profissional de marketing político.
Nenhum comentário:
Postar um comentário